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terça-feira, 19 de maio de 2020

Sacramentos online? Entenda porque não

É possível se confessar por telefone? Como não posso viajar, é possível ser padrinho acompanhando o batismo pelo skype? Qual a possibilidade do matrimônio online? Estes foram alguns dos questionamentos surgidos neste período de igrejas fechadas devido à pandemia. Mas, a internet pode servir para muitas coisas, mas não para administrar Sacramentos, que precisam de matéria, forma e ministro.

A pandemia de Covid-19 provocou, entre outras coisas, o fechamento de locais de culto e a proibição de aglomerações, com o consequente impedimento aos fiéis de se aproximarem dos Sacramentos, e em muitos lugares, de participar dos funerais de seus entes queridos. Muitas chaves de leitura, iniciativas e encorajamentos foram oferecidas para ajudar a superar esse momento.

Não faltaram questionamentos, por exemplo, sobre o porquê não fazer confissões por telefone, ou mesmo casamentos e batizados online. Padre Alexandre Boratti Favretto, doutorando em Teologia Dogmática na Pontifícia Gregoriana, em Roma, nos ajuda a entender quais são as condições necessárias para um Sacramento se realizar:
Ouça a explicação do padre Alexandre Favretto!

"Se a gente pega os Sacramentos, em geral, os sete Sacramentos como são estabelecidos pela Igreja, eles têm três coisas essenciais: a primeira delas, a matéria, a segunda a forma e a terceira é o ministro e a intenção do ministro. E o que isso significa? Primeiro: matéria. A matéria é o símbolo palpável, concreto, utilizado no Sacramento. Então, um exemplo: no Batismo. Qual que é a matéria? A água, a luz, o óleo. Na Eucaristia, o pão e o vinho; na Confissão há a benção; no Matrimônio, a benção nupcial, o consentimento, a aliança mais propriamente dizendo. Então a matéria é essa perspectiva sensível, a gente chama, do Sacramento. Sensível por quê? Porque você pode tocar, você pode ver, você tem contato material, um contato sensível, que você pode sentir, essa é a matéria. Então todo Sacramento tem isso. E com isso você já vai imaginando um pouco assim: a virtualidade dessa matéria não é possível de acontecer. Então já aqui a gente vê que já começou dificultando a realização virtual de um Sacramento, uma vez que ele exige matéria, ele exige o aspecto sensível, coisa que pelo computador é impossível. Então já aqui, a rigor, está respondida a pergunta, mas vamos continuar, porque dá para a gente aprofundar isso aqui. Então assim, pelo virtual não há o aspecto sensível, material que é essencial para o Sacramento. Então, matéria.

Forma
Segundo aspecto, a forma. O que é a forma? É a palavra, são os ritos, são as leituras, são as orações, o que é dito. Então na oração você tem na Missa, no Sacramento da Eucaristia a Oração Eucarística, as fórmulas sacramentais. No Sacramento do Matrimônio, você também tem todo o rito, as orações, a liturgia da Palavra. Batismo, a mesma coisa. Então a forma é a palavra, o que é dito, o que é falado, o que é celebrado, a partir dessa verba, da palavra dita e celebrada.

quarta-feira, 17 de abril de 2019

Igreja cambojana: na noite de Páscoa 294 batismos

Dom Olivier Michel Marie Schmitthaeusler, Vigário Apostólico de Phnom Penh, fez o anúnico por ocasião da Missa do Crisma celebrada no dia 9 de abril passado. O bispo exortou os fiéis a viverem a sua missão de batizados e enviados: "A Igreja foi, a Igreja é, a Igreja será".

Dom Schmitthaeusler disse que na vigília de Páscoa, a comunidade católica do Camboja celebrará o batismo de 294 pessoas: 154 na capital Phnom Penh, 80 em Battambang e 60 em Kampong Cham (capitais das províncias com o mesmo nome). O Vigário Apostólico, durante a celebração da qual participaram cerca de 80 sacerdotes locais, exortou os fiéis a viverem sua missão como batizados e enviados, de acordo com o tema do próximo mês extraordinário da missão anunciada pelo Papa Francisco em 2017. Com o tema "Batizados e enviados: a Igreja de Cristo em missão no mundo", será celebrado em outubro de 2019.

A missão é o coração da vida cristã
Durante a homilia, o Vigário Apostólico declarou que "no Camboja, o mês extraordinário da missão é uma espécie de "sinal de alerta" para a vida ordinária dos batizados e enviados". "Aqui - continuou -, o nosso pequeno vicariato e as nossas pequenas prefeituras não têm grandes estruturas, e as nossas comunidades, muitas vezes minúsculas e plantadas no meio de um campo de arroz, aos pés de uma colina ou no coração da cidade, não contam com multidões de cristãos. A missão é o coração da nossa vida de fiéis, sacerdotes e religiosos. Aqui, todo o povo de Deus é um apóstolo, com uma preocupação quotidiana, à maneira de São Paulo: “Ai de mim se não anunciar o Evangelho”!

O número de batizados é o resultado da obra de Deus
Depois de anunciar o número de novos batizados, Dom Schmitthaeusler perguntou aos presentes: "É simplesmente o resultado do trabalho dos sessenta sacerdotes presentes no Camboja, ou das centenas de religiosos e religiosas que vivem aqui, ou do trabalho de cerca de trinta missionários leigos? Não, acima de tudo, é obra de Deus. Queridos irmãos e irmãs, nós somos este Povo de Deus, batizados e enviados. Demos graças a Deus por todos os cristãos que, como nos tempos dos Atos dos Apóstolos, são os nossos colaboradores mais preciosos. O sacerdote é o pastor da comunidade que deve amar e compreender, com quem caminhar para Deus. Procuramos simplesmente ser pastores segundo o Coração de Deus.

As linhas para a construção da Igreja cambojana
O prelado indicou aos presentes como "construir a nossa Igreja, sinal do Reino de Deus", em dez pontos - um para cada ano de vicariato apostólico em Phnom Penh. "Vida espiritual: nascemos de Deus e enviados ao mundo; a comunhão entre nós; inclusão para todos: todos são bem-vindos; o perdão: uma condição sine qua non para avançar; um coração que escuta e ama na ação e na verdade: a caridade na ação; diálogo verdadeiro e direto em todos os níveis: religioso, institucional, social; a presença concreta na sociedade; a formação integral de homens e mulheres justos e virtuosos; um coração de pai e mãe: a Igreja é família.... uma árvore gigante com um coração enorme; ser criativos: o Evangelho é novo todas as manhãs". "Ontem, hoje, amanhã: a Igreja tem 2000 anos, tem raízes que alimentam o nosso hoje e preparam o futuro, concluiu Dom Schmitthaeusler. Servos inúteis: ninguém é indispensável, somos servos inúteis... mas que oferecem mais amor e vida e que podem retirar-se com discrição sabendo que os outros continuam este serviço de anúncio e de paz; a Igreja foi, a Igreja é, a Igreja será".


quarta-feira, 3 de abril de 2019

Pastoral pós-aborto: uma tarefa do Celam na América Latina e Caribe

A iniciativa é promovida pelo Conselho Episcopal Latino-americano (Celam), pela Conferência Episcopal Mexicana (CEM) e pela Rede Pan-americana de Acompanhamento Pós-aborto.

Realiza-se de 8 a 12 deste mês, na Casa Lago, sede da Conferência Episcopal Mexicana (CEM), em Cidade do México, o 3º Encontro Latino-americano e Caribenho e o 7º Encontro Pan-americano de Acompanhamento Pastoral Pós-aborto 2019.
A iniciativa é promovida pelo Conselho Episcopal Latino-americano (Celam), pela Conferência Episcopal Mexicana (CEM) e pela Rede Pan-americana de Acompanhamento Pós-aborto.
Segundo uma nota do Departamento Família, Vida e Juventude do  Celam, o encontro tem como objetivo “fortalecer a comunhão e a difusão de vários movimentos latino-americanos e caribenhos que promovem o acolhimento misericordioso a fim de curar as sequelas após o aborto, gerando competências que facilitem o serviço a favor das famílias que sofrem com a perda de um filho antes do nascimento e se projetam para uma missão no anúncio do Evangelho da Família e da Vida, esperança e paz para os nossos povos”.
A conferência contará com a participação do bispo membro da Região México-América Central do Departamento Família, Vida e Juventude do Celam, dom Constantino Barrera, dos bispos responsáveis e secretários executivos das áreas de Família e Vida das Conferências Episcopais da América Latina e do Caribe e com os representantes de vários movimentos e instituições da América Latina e dos Estados Unidos que promovem o acolhimento misericordioso a fim de curar as sequelas após o aborto.
Haverá conferências de especialistas nesse tema, provenientes do México, Estados Unidos, Bolívia e Chile, e a participação de representantes de 12 países que trabalham com programas de atenção pós-aborto na América Latina e Caribe.
O encontro se concluirá na Universidade de Anahuac com o congresso intitulado: “A pessoa, a família e a sociedade diante do dilema do aborto”, que fará uma descrição dos efeitos desumanos do aborto nos diferentes âmbitos da pessoa em prol de uma execução afirmativa de medidas que defendem a vida e fornecem apoio para aqueles que viveram essa experiência em diferentes níveis e setores da sociedade.


sexta-feira, 27 de abril de 2018

Praça São Pedro acolhe uma vigília de oração pela vida de Alfie Evans

Alfie, de 23 meses, sofre de uma doença neuro-degenerativa ainda desconhecida, e está respirando sem a ajuda de aparelhos desde às 23h17 de segunda-feira, quando os médicos do Alder Hey Hospital de Liverpool desligaram a aparelhagem.
Os juízes ingleses não autorizaram sua vinda à Itália para ser internado no Hospital pediátrico do Vaticano, Bambino Gesù.

Fonte: https://www.facebook.com/vaticannews.pt/posts/1611443328963708






quarta-feira, 27 de dezembro de 2017

Papa: Jesus está nas crianças de todo o mundo

"O Natal lembra-nos o sinal do Menino, convidando-nos a reconhecê-Lo no rosto das crianças".

Dia de Natal, tradição mantida no Vaticano: da sacada central da Basílica de São Pedro, o Papa Francisco pronunciou na manhã desta segunda-feira (25/12) a sua mensagem de Natal e concedeu à cidade e ao mundo a benção Urbi et Orbi.
A seu  lado, os Cardeais Leonardo Sandri, Prefeito da Congregação para as Igrejas Orientais, e Prosper Grech, O.S.A., Consultor da Congregação para a Doutrina da Fé, que proferiram a fórmula da indulgência plenária com as condições definidas pelo direito canônico.

O amor de Deus e a comoção pelo dom de seu Filho
“Jesus nasceu por um dom de amor de Deus Pai, que ‘tanto amou o mundo, que lhe entregou o seu Filho Unigênito’ e isto nos enche de comoção porque é demasiado grande a ternura do nosso Pai”, iniciou o Papa dirigindo-se à multidão que desde as primeiras horas da manhã tomou a Praça São Pedro.
“Hoje, enquanto sopram no mundo ventos de guerra e um modelo de progresso já ultrapassado continua a produzir degradação humana, social e ambiental, o Natal lembra-nos o sinal do Menino, convidando-nos a reconhecê-Lo no rosto das crianças, especialmente daquelas para as quais, como aconteceu a Jesus, ‘não há lugar na hospedaria’”.

Reconhecer Jesus na realidade de hoje: Oriente Médio, Ásia e África
O Papa listou uma série de situações da atualidade em que podemos identificar Jesus:
“Vemos Jesus nas crianças do Oriente Médio, que continuam a sofrer pelo agravamento das tensões entre israelenses e palestinos”; disse, pedindo orações pelo diálogo que conduza à coexistência pacífica de dois Estados dentro de fronteiras mutuamente concordadas e internacionalmente reconhecidas.
“Vemos Jesus no rosto das crianças sírias, ainda feridas pela guerra que ensanguentou o país nestes anos; nas crianças do Iraque, ainda contuso e dividido pelas hostilidades que o afetaram nos últimos quinze anos; e nas crianças do Iêmen, onde perdura um conflito em grande parte esquecido, mas com profundas implicações humanitárias sobre a população que padece a fome e a propagação de doenças”.
“Vemos Jesus nas crianças da África, sobretudo nas que sofrem no Sudão do Sul, na Somália, no Burundi, na República Democrática do Congo, na República Centro-Africana e na Nigéria. Vemos Jesus nas crianças de todo o mundo, onde a paz e a segurança se encontram ameaçadas pelo perigo de tensões e novos conflitos”.

Coreia, Venezuela, Ucrânia
Foram também mencionadas as situações conflituosas na península coreana, na Venezuela, e as violências na Ucrânia.  E as crianças vítimas de realidades sociais difíceis:

A infância subtraída
“Vemos Jesus nas crianças cujos pais não têm emprego e naquelas cuja infância foi roubada, obrigadas a trabalhar desde tenra idade ou alistadas como soldados por mercenários sem escrúpulos; vemos Jesus nas inúmeras crianças forçadas a deixar o seu país, viajando sozinhas em condições desumanas, presa fácil dos traficantes de seres humanos”.
Direito de dignidade das minorias
Francisco chamou ainda a atenção para o drama dos migrantes que colocam a vida em risco, enfrentando viagens extenuantes que por vezes acabam em tragédia, e voltou com o pensamento à sua recente viagem a Mianmar e Bangladesh:
“Espero que a Comunidade Internacional não cesse de trabalhar para que seja adequadamente tutelada a dignidade das minorias presentes na região. Jesus conhece bem a tribulação de não ser acolhido e a dificuldade de não ter um lugar onde poder reclinar a cabeça”. “Que o nosso coração não fique fechado como ficaram as casas de Belém”.
E antes de conceder a bênção apostólica, dirigiu um pedido final:
“Como a Virgem Maria e São José, como os pastores de Belém, acolhamos no Menino Jesus o amor de Deus feito homem por nós e comprometamo-nos, com a sua graça, a tornar o nosso mundo mais humano e mais digno das crianças de hoje e de amanhã”.

Bom Natal a cada um de nós
Antes de se despedir, Francisco enviou seus votos de Boas Festas a todos os irmãos e irmãs na Praça e àqueles unidos nos vários países através do rádio, televisão e outros meios de comunicação.
“Que o nascimento de Cristo Salvador renove os corações, suscite o desejo de construir um futuro mais fraterno e solidário, conceda alegria e esperança a todos. Feliz Natal!”.

Fonte: https://pt.aleteia.org/2017/12/25/papa-jesus-esta-nas-criancas-de-todo-o-mundo/

terça-feira, 19 de dezembro de 2017

Subsídio da Penitenciaria Apostólica sobre a confissão e a indulgência

Favorecer o encontro entre o Pai que ama e o pecador arrependido, é o objetivo da publicação da Penitenciaria Apostólica onde estão compilados trechos de homilias e discursos do Papa Francisco sobre a confissão.

O perdão é uma festa. E para o pecador não pode existir maior felicidade do que aquela experimentada quando recebe a absolvição sacramental.
Em síntese, é o que diz a publicação da Penitenciaria Apostólica “A festa do perdão com o Papa Francisco. Subsídio para a confissão e as indulgências” (Livraria Editora Vaticana, 100 pág.,  8 euros), um instrumento útil com indicações sobre como aproximar-se do Sacramento da Reconciliação com humildade, serenidade e boa preparação.
O Penitenciário-Mor, Cardeal Mauro Piacenza, e Mons. Krysztof Nykiel, regente, escrevem na introdução que este subsídio tem por objetivo encorajar os fiéis a colocar a confissão no centro da vida cristã, e isto com o auxílio das palavras do Papa Francisco compiladas neste pequeno volume, de forma a constituir um válido apoio quer ao penitente como ao confessor, para que “a ninguém sinceramente arrependido seja impedido o acesso ao amor do Pai que espera o seu retorno, e que a todos seja oferecida a possibilidade de experimentar a força libertadora do perdão”.
Ao folear as páginas, o leitor é induzido a entrar no coração da misericórdia de Deus, expressa por meio do sacerdote que concede a absolvição.
Trata-se de um caminho pessoal e comunitário acompanhado pelas exortações do Pontífice contidas nas homilias e discursos pronunciados em várias ocasiões. O leit motiv é sempre o de fazer compreender que “o Senhor nunca se cansa de perdoar”.
E neste sentido também é entendida a Penitenciaria Apostólica: “É o tipo de tribunal que realmente me agrada – sublinhou Francisco em 17 de março passado, falando aos participantes do curso de foro interno – porque é um “tribunal da misericórdia”, ao qual se dirige para obter aquele indispensável remédio para a nossa alma, que é a misericórdia divina”.
Assim, não é somente o fiel que encontrará pontos de reflexão e de formação sobre o Sacramento da Reconciliação; também os sacerdotes poderão enriquecer a sua experiência pastoral e espiritual com o apoio do magistério do pontífice.
“A confissão – recordou Francisco em 12 de março de 2015 – não deve ser uma “tortura”, mas todos deveriam sair do confessionário com a felicidade no coração, com o rosto radiante de esperança, mesmo se às vezes, o sabemos, banhado pelas lágrimas da conversão e da alegria que acontece”.
As indicações de Francisco compiladas no subsídio, buscam precisamente favorecer o encontro entre o Pai e o pecador arrependido. E não podia faltar então uma referência à indulgência, com a qual o cristão – são ainda as palavras do Papa – é chamado a “experimentar a santidade da Igreja que participa a todos os benefícios da redenção de Cristo, para que o perdão seja estendido até às extremas consequências às quais alcança o amor de Deus”.
O subsídio termina com o comentário de Francisco sobre as três parábolas particularmente significativas na ótica da reconciliação: a da pecadora que beija os pés de Jesus, como narra Lucas em seu Evangelho; a da adúltera perdoada, segundo a narrativa de João, e a do servo impiedoso, como refere Mateus. Um único hino à misericórdia divina modulado em três tons diversos.

Fonte: http://www.comunidadeliriodovale.com.br/noticias-do-papa/subsidio-da-penitenciaria-apostolica-sobre-a-confissao-e-a-indulgencia/

quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

"Good News", o noticiário do Dicastério para os Leigos, a Família e a Vida

“Good News” é o nome do noticiário disponível em cinco línguas no canal youtube do Dicastério para os Leigos, a Família e a Vida, também acessível pelo site em cinco línguas do dicastério (italiano, inglês, francês, espanhol e português).
Um noticiário mensal, feito de palavras e imagens, com o objetivo de divulgar as “boas notícias”. Esta primeira edição, do mês de dezembro,  traz um noticiário com alguns eventos, como a visita do Papa Francisco ao Dicastério, os compromissos do prefeito Kevin Farrell, as atividades do secretário Pe. Alexandre Awi Mello, além da nomeação das subsecretárias e as missões oficiais.
“É um pequeno instrumento de comunicação – explica o Prefeito do dicastério, cardeal Kevin Farell no vídeo de boas-vindas. Se encontrará acolhida e simpatia, será possível colocar em movimento um circuito virtuoso de troca de informação e formação sobre boas práticas do povo de Deus, com uma atenção privilegiada às famílias e ao complexo tema da vida, da sua concepção até a morte natural”.
“Todas boas notícias. Não por acaso “Good News” é o título que escolhemos – explica – agrupadas em um noticiário de vozes e imagens”: das visitas ‘ad limina’ dos bispos de todo o mundo, às novidades da galáxia de associações e dos movimentos. No centro, tudo aquilo que diz respeito à família”.

Fonte: http://br.radiovaticana.va/news/2017/12/13/dicast%C3%A9rio_para_os_leigos,_fam%C3%ADlia_e_vida_lan%C3%A7a_good_news/1354441


quarta-feira, 8 de novembro de 2017

Projeto de Evangelização para as Famílias

A Pastoral Familiar foi incentivada por Dom Antonio Augusto a criar um PROJETO DE EVANGELIZAÇÃO PARA AS FAMÍLIAS. Esse projeto é uma ação integrada, bem organizada e a longo prazo, em nível vicarial.
Mas como fazer esse projeto na prática? Participe dessa capacitação técnica e conheça o passo a passo. O público alvo é, em primeiro lugar, formado pelos coordenadores vicariais de Pastoral Familiar, mas extensivo aos forâneos, paroquiais e quem mais se interessar, pois pode ser útil em outras aplicações. Se desejar, leve um lanche para ser partilhado.
A mesma formação será oferecida nessas duas ocasiões para sua maior comodidade. Qualquer dúvida, escreva para pastoralfrj@gmail.com.

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Matrimônio: ‘o amor de Cristo pela Igreja e pela Humanidade’

Grinaldas, vestidos, gravatas, ternos, alianças e um único desejo: selar o compromisso entre marido e mulher diante de Deus e dos homens. Foi com esse sentimento que 350 casais, junto a familiares e amigos, estiveram na Catedral Metropolitana de São Sebastião, no centro da cidade, para a terceira edição do “Dia do Sim”, presidida pelo Cardeal Orani João Tempesta, na tarde do dia 2 de setembro.
O casamento comunitário é realizado na Arquidiocese do Rio desde 2015, quando 192 casais uniram-se em matrimônio. Na segunda edição, em 2016, o número caiu para 28, uma vez que muitas paróquias, estimuladas pela celebração anterior, também promoveram as cerimônias em conjunto no decorrer do ano.
Como a arquidiocese vivencia, em 2017, o Ano da Família, foi pedido para que as paróquias encaminhassem os casais que desejavam participar do casamento comunitário para a Igreja Mãe, a Catedral. Dessa forma, os 350 casais oriundos dos mais diversos vicariatos e, até mesmo, de dioceses vizinhas puderam receber a bênção matrimonial e, juntos, ouviram a frase: “Eu vos declaro marido e mulher”.

Amor: o centro da vida conjugal e familiar
Na homilia, Dom Orani destacou que os casais são um sinal do amor de Deus para a sociedade. “Sintam-se motivados a viver, com muita alegria, a vida matrimonial e familiar. Diante de um momento em que muitos desvalorizam a família, vocês são um sinal do seio familiar e do matrimônio cristão, que passa a ser um prenúncio do amor de Cristo pela Igreja e pela Humanidade. Portanto, o casal também possui uma missão no mundo, a partir da fidelidade, do perdão e da reconciliação um com o outro”, comentou.
Dom Orani também afirmou que a celebração é uma resposta à sociedade que vivencia tantos problemas. “Hoje, damos uma resposta para a sociedade violenta, carente, repleta de vingança e ódio. Na vida de uma família, as pessoas que experimentam o amor de Deus e se aceitam, mutuamente, como marido e mulher, transmitem esse amor aos filhos, netos, e a graça de Deus os permite superar as dificuldades, construindo uma nova sociedade, sendo o amor o centro da vida conjugal e familiar”, argumentou.

quinta-feira, 3 de agosto de 2017

Lutou para que não aplicassem eutanásia a sua esposa e hoje são pais de uma menina

            Alexander Way decidiu não dar a permissão para que desconectassem o suporte vital de sua esposa, que tinha ficado em coma devido a uma grave doença, e 6 anos mais tarde ela teve uma recuperação impressionante que lhe permitiu ficar grávida e ser mãe de uma menina.
            Beatrice, hoje com 42 anos e de nacionalidade inglesa, sofreu um acidente vascular cerebral e um ataque do coração em 2011 devido a um problema cardíaco chamado cardiomiopatia hipertrófica congênita.
            Um neurocirurgião extraiu 40% de seu crânio em um procedimento de emergência depois de uma apoplexia que fez com que seu cérebro inflamasse.
            Entretanto, Alexander relatou que teve que passar por momentos difíceis, nos quais ficou “atordoado e enojado” e sentiu que estavam terminando com a vida de sua esposa “sem considerar o tratamento adicional”.
            “Eu estava convencido de que era possível fazer mais. Entretanto, os médicos insistiram que Beatrice tinha muito pouca resposta cerebral e que não havia como pudesse melhorar. Se ela acordasse totalmente, ela mal responderia aos outros. Também ficaria cega. Muitas palavras foram trocadas. Em termos inequívocos lhes disse: ‘Não desligue o suporte vital de minha esposa!’”, acrescentou.
            Os médicos ignoraram seus protestos e Beatrice foi transferida a uma unidade de neurocirurgia para ser  tratada por cirurgiões especializados em cérebro. Porém, dois dias depois, entrou em coma.
            Alexander, de 44 anos, ficou em choque quando os médicos lhe pediram que aceitasse a eutanásia para sua esposa por causa da complicação da doença. “O pedido foi seguido por um apelo para considerar a doação de seus órgãos”, recordou.
            Seu esposo se negou e os médicos aceitaram realizar uma cirurgia que teve êxito. Beatrice, depois de se recuperar, assegurou que estava “muito grata a Alexander por desafiar os médicos que pensavam que sua vida tinha terminado”. “Ele salvou minha vida”, expressou.
            “Mostrei todos os sinais de um derrame cerebral e ele me sustentou e me consolou até que chegaram os paramédicos da ambulância e me levaram ao hospital”, continuou.
Em declarações a ‘The Daily Mirror’, Alexander afirmou: “Não tenho nenhuma dúvida de que a oração nos manteve em nossos dias mais escuros. Foi tão importante para nós ao longo de tudo. Sou verdadeiramente abençoado por ter Beatrice e Rosemary. Devemos o milagre da sobrevivência a Deus. Rosemary é, para nós, um testemunho vivo do poder da oração”.
            Após se recuperar, Beatrice deu à luz sua pequena filha Rosemary em junho de 2016, apesar de vários médicos  terem sido contra a gravidez. Alexander recordou o momento em que os médicos do Hospital Princess Alexandra em Harlow (Inglaterra) lhe disseram que pensavam que Beatrice não conseguiria.
            A história de Alexander e Beatrice Way se tornou conhecida depois que a esposa escreveu e enviou uma foto de sua bebê ao neurocirurgião que cuidou dela e salvou sua vida, Ian Hu Liang Low.
            “Vai se tornar uma bebê bonita e saudável. Cada dia é uma recordação da sorte que temos”, concluiu.

Fonte: http://www.acidigital.com/noticias/lutou-para-que-nao-aplicassem-eutanasia-a-sua-esposa-e-hoje-sao-pais-de-uma-menina-81018/

terça-feira, 13 de dezembro de 2016

Casamento comunitário na Catedral

No dia 3 de dezembro, pela segunda vez casamentos comunitários foram realizados pela Arquidiocese do Rio na Catedral de São Sebastião do Rio de Janeiro, dessa vez com 28 casais. Essa ação social, junto ao Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJ-RJ), tem como finalidade regularizar o estado civil de casais que já viviam no mesmo lar. 
Para os organizadores, o importante é o casamento, por isso a celebração civil e religiosa é totalmente gratuita.
Organizada pelo pároco, monsenhor Joel Portella Amado, a celebração foi presidida pelo Cardeal Orani João Tempesta com a colaboração de sacerdotes e diáconos permanentes e o apoio e acolhida dos agentes com experiência na Pastoral Familiar.
Em 2015 casaram 192 casais. O número caiu porque muitas paróquias estimuladas pela celebração comunitária do ano passado também promoveram casamentos comunitários ao longo do ano.
Para 2017, por ser o Ano da Família na Arquidiocese do Rio, junto com o Ano Mariano, Dom Orani pediu que as paróquias não façam celebrações comunitárias locais e que encaminhem essas pessoas à Catedral para fazer uma só celebração.
O casamento comunitário de 2017 já tem data, horário e local marcados: dia 2 de setembro, às 16h, na Catedral.
“A celebração comunitária é uma experiência muito rica e bonita. As pessoas de fora só veem a celebração, mas é um evento que começa no início do ano e se prolonga até a data da celebração. A primeira beleza é o contato com os casais que vêm pra pedir informações e solicitar ajuda com a documentação. É nesse momento que escutamos as histórias de vida. É uma experiência muito gostosa”, contou monsenhor Joel Portella Amado.

Foto: Gustavo de Oliveira

Fonte: http://arqrio.org/noticias/detalhes/5195/casamento-comunitario-na-catedral

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Sexta-feira da Misericórdia: Papa Francisco visita bebês doentes e pacientes em fase terminal

Continuando com suas iniciativas das Sextas-feiras da misericórdia no contexto do Jubileu, no dia 16, o Papa Francisco fez uma visita-surpresa na área de neonatologia do hospital San Giovanni, em Roma, e depois se dirigiu a um asilo no qual vivem 30 pacientes em fase terminal.
No primeiro local, segundo informações da Sala de Imprensa da Santa Sé, estão internadas 12 crianças recém-nascidas com vários tipos de doenças.
Cinco desses bebês, (dos quais, dois são gêmeos), “estão entubados em terapia intensiva. No andar superior do hospital San Giovanni, o Papa Francisco visitou também a unidade infantil onde outras crianças estão hospitalizadas”.
“O Papa Francisco foi recebido com surpresa por toda a equipe de médicos e enfermeiros. Como de regra nos hospitais, ele teve que usar máscara de proteção, além de se submeter a todas as precauções higiênicas para respeitar o ambiente”, assinala a nota.

O Santo Padre se aproximou de cada incubadora e também saudou e encorajou os pais que estavam presentes.
Em seguida, o Papa visitou a unidade “Hospice Villa Speranza”, uma estrutura dedicada aos doentes com câncer e que atende 30 pacientes em fase terminal. A estrutura pertence à Fundação Policlínico Universitário Gemelli, da Universidade Católica Sacro Cuore.
Na sua chegada, os responsáveis deram as boas-vindas ao Santo Padre que desejou saudar cada doente, um por um no seu quarto. Foi uma grande surpresa para todos, pacientes e familiares que viveram um momento de misericórdia unido a fortes emoções, lágrimas e sorrisos de alegria.

Com esta Sexta-feira da Misericórdia, indica a nota da Sala de Imprensa da Santa Sé, “o Santo Padre quis dar um sinal significativo sobre a importância da vida desde o seu primeiro instante até o seu final natural”.
Com estas visitas, explicam, o Papa ressalta o quanto é fundamental – para viver a misericórdia – “a atenção às situações mais frágeis e precárias”.

Fonte: http://www.acidigital.com/noticias/sexta-feira-da-misericordia-papa-francisco-visita-bebes-doentes-e-pacientes-em-fase-terminal-33809/

segunda-feira, 25 de julho de 2016

Assim foi o batizado de um recém-nascido refugiado durante resgate em alto mar

Depois de um resgate de refugiados e imigrantes no Mediterrâneo pela Marinha da Alemanha, uma mulher católica da Nigéria deu à luz a bordo de um navio de resgate e conseguiu que o seu filho recém-nascido fosse batizado por um sacerdote católico.
O fato ocorreu no início de julho, durante o primeiro dia de navegação de um navio alemão que fazia parte da “Operação Sofia”. Durante a missão, avistaram quatro botes precários cheios de pessoas que escapavam da costa da Líbia devido à perseguição no seu país de origem.
Segundo relatórios da Capelania Militar alemã, a mulher com a gravidez já avançada, chamada Vivian, fazia parte desse grupo de 655 pessoas resgatadas que tinham objetivo de chegar à Europa com a esperança de uma vida melhor.
Após o resgate e depois do parto, a mãe da criança pediu encarecidamente ao capelão da embarcação, Pe. Jochen Folz, que batizasse seu filho.
Pe. Folz aceitou e começou a trabalhar com a ajuda dos oficiais e tripulação do barco: primeiro, o operador de rádio acessou a internet para que o sacerdote pudesse conseguir os textos do rito do batismo.
Depois, o sacerdote pegou um recipiente da cozinha para pôr a água, colocou uma estola sobre a criança e finalmente a batizou.

quarta-feira, 29 de junho de 2016

Comissão divulga subsídio "Hora da Família 2016"

No contexto do Ano da Misericórdia e com a proposta de motivar as atividades da Semana Nacional da Família (SNF), que acontecerá de 14 a 21 de agosto, a Comissão Nacional da Pastoral Familiar (CNPF) e a Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família oferecem o subsídio “Hora da Família” 2016. 
“O Hora da Família, neste ano, quer nos envolver nesse clima da misericórdia divina, com vistas à missão. Não pode ficar unicamente entre os grupos de Pastoral Familiar. A nossa criatividade pastoral deve nos inspirar para que esse conteúdo seja partilhado, multiplicado, servido, também, em muitos outros ambientes onde nem sempre a Palavra está presente: escolas, centros de saúde, meios de comunicação, prédios, associações de moradores, periferias”, pede o bispo de Osasco (SP) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da CNBB, dom João Bosco Barbosa. 
O material apresenta reflexão sobre temas familiares e roteiros de orações e cantos para motivar a celebração. Com o tema “Misericórdia na Família: Dom e Missão”, o subsídio “Hora da Família” 2016 contém roteiros para sete encontros, além de celebrações como via-sacra em família, para o Dia dos Pais, dos Avós e das Mães. 
O subsídio traz proposta moderna e explicativa. É organizado de forma interativa, sugere encontros participativos e celebrativos, busca envolver a comunidade, famílias, lideranças, crianças, jovens e adultos. 
O assessor nacional da Comissão para a Vida e a Família, padre Moacir Arantes, comenta que o “Hora da Família” quer ajudar a todos a fazerem a experiência com a misericórdia de Deus. “Este subsídio precioso de estudo, reflexão e oração, nos convida a realizar nos grupos pastorais, de vizinhos, de amigos, ou na intimidade do nosso lar, importante reflexão a respeito das obras de misericórdia. Queremos conhecer um pouco melhor o jeito de Deus ser e agir com seus filhos e filhas, para que possamos transformar o nosso ser e nosso agir para com os outros”, explica. 

Como adquirir
O subsídio “Hora da Família” é distribuído pela Secretaria Executiva Nacional da Pastoral Familiar – Secren. Encomendas, com antecedência, podem ser feitas pelo telefone (61) 3443-2900 ou pelo e-mail vendas@cnpf.org. O material também é distribuído pelos casais coordenadores e agentes da Pastoral Familiar nos regionais e dioceses.


Informações no site: www.cnpf.org.br.

Fonte: http://arqrio.org/noticias/detalhes/4529/comissao-divulga-subsidio-hora-da-familia-2016

terça-feira, 24 de maio de 2016

Cardeal encontrará mães que perderam filhos para a violência

            A violência urbana nas grandes cidades tem aumentado cada vez mais o número de vítimas. No Rio de Janeiro, essa realidade não é diferente. Por isso, algumas mães se uniram em torno de uma causa em comum: dividir a dor da perda de um filho ou familiar para a violência urbana. Vítimas das mais diversas situações, elas lutam por justiça e pelo direito à vida.
            No espírito do Jubileu da Misericórdia, o Cardeal Orani João Tempesta encontrará essas mães para um momento de partilha, no dia 13 de junho, no qual ele escutará as dores e os dramas dessas mulheres, e ao mesmo tempo, levará uma palavra de solidariedade da Igreja e da misericórdia de Deus.
            De acordo com o assistente eclesiástico da Comissão Arquidiocesana de Assistência Religiosa ao Adolescente Privado de Liberdade junto ao Centro de Socioeducação Dom Bosco e à Escola Luiz Alves, diácono Roberto José dos Santos, as mães viveram as mais diversas situações e o encontro é uma oportunidade delas receberem o apoio e a solidariedade da Igreja, que é a favor da vida em qualquer circunstância.
            “Muitas dessas mães perderam filhos em confronto dentro do Departamento Geral de Ações Socioeducativas (Degase), outros assassinados por engano, jovens que desapareceram e que só foram encontrados mortos. O Papa Francisco tem pedido para que a Igreja seja solidária com as pessoas que sofrem, que estão em situação de vulnerabilidade. Essa é uma oportunidade para que o nosso pastor possa ouvir a voz e o drama de tantas mulheres que tiveram a infelicidade de perder os filhos para a violência urbana. A Igreja defende a vida, é solidária com aqueles que sofrem, e que a violência, venha de onde vier, é sempre um atentado que fere o coração de Deus porque a vida é sagrada e deve ser respeitada em todas as circunstâncias”, completou diácono Roberto.

Fonte: Jornal Testemunho de Fé, página 7
           

sexta-feira, 1 de abril de 2016

"Amoris laetitia": Exortação do Papa será publicada em 8 de abril

“Amoris laetitia” (Sobre o amor na família) é o título da Exortação Apostólica Pós-Sinodal sobre a família do Papa Francisco.
O texto será publicado na sexta-feira, 8 de abril, e estará disponível em seis línguas, entre as quais o português. A Exortação será apresentada aos jornalistas na Sala de Imprensa da Santa Sé pelo Secretário-Geral do Sínodo dos Bispos, Card. Lorenzo Baldisseri, e pelo Arcebispo de Viena (Áustria), Card. Christoph Schönborn.
Também participa da coletiva um casal italiano de professores, docentes de Filosofia: Prof. Francesco Miano, que leciona na Universidade de Roma Tor Vergata e a Professora Giuseppina De Simone, da Faculdade Teológica de Nápoles.
A coletiva poderá ser acompanhada ao vivo no Vatican Player da Rádio Vaticano, onde permanecerá disponível também on demand.
A Exortação Apostólica “Amoris laetitia” será publicada quase seis meses após a conclusão do Sínodo Ordinário sobre a Família convocado pelo Papa Francisco em outubro passado. Um ano antes, em 2014, o Pontífice convocou um Sínodo Extraordinário sobre o mesmo tema.
Depois de dois anos de intenso trabalho dos bispos que participaram dos dois Sínodos, o texto do Papa Francisco é aguardado pelas dioceses do mundo inteiro por oferecer diretrizes e linhas de ação sobre temas práticos que dizem respeito à família. 

Foto: Observatório Romano

Fonte: http://arqrio.org/noticias/detalhes/4224/amoris-laetitia-exortacao-do-papa-sera-publicada-em-8-de-abril

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Resgatam o bebê recém-nascido abandonado no presépio de uma igreja nos EUA

Um funcionário da manutenção encontrou e resgatou um bebê recém-nascido, ainda com o cordão umbilical, enrolado em uma toalha, que foi abandonado no presépio de uma paróquia em Nova Iorque (Estados Unidos).
José Moran, trabalha fazendo manutenção na paróquia Holy Child Jesus (Santo Menino Jesus) há três anos e foi quem encontrou o bebê por volta das 13h da última segunda-feira.
“Eu estava varrendo a Igreja, quando escutei o bebê chorando. Não prestei muito atenção, pois pensava que o menino estava acompanhado da sua mãe”, disse José à Daily News.
Continuou varrendo, enquanto o bebê permanecia chorando.
“Olhei ao meu redor e não vi ninguém. Isto me preocupou. Cheguei perto do presépio montado dentro da paróquia… e não pude acreditar! Havia um bebê enrolado em uma toalha. Ainda tinha o cordão umbilical e estava junto à imagem da Virgem Maria”, narrou o funcionário.
Moran indicou que os funcionários da paróquia tinham terminado de montar o presépio exatamente uma hora antes de encontrar o bebê. E disse: “Felizmente o deixaram em um lugar seguro e não o abandonaram em qualquer lugar”.
Após ser descoberto, o bebê foi levado ao Hospital Jamaica Center, onde foi levado a seção de cuidados infantis, enquanto a polícia tentava localizar a sua mãe.
“Deus intervém de maneiras misteriosas. A mãe do menor poderia estar passando por um momento difícil em sua vida. Ela encontrou este Presépio… este lugar vazio onde Jesus será colocado em poucas semanas… como um lar para seu filho”, manifestou o Pe. Christopher Heanue, um dos sacerdotes da Holy Child Jesus.
Por considerarem este acontecimento como uma surpresa prévia ao Natal, os fiéis chamaram o bebê de “Menino Jesus”.
O sacerdote adiantou que alguns paroquianos já manifestaram interesse em adotar o menino. Um dos paroquianos, apelidado João Batista, ofereceu-se para adotar o “Menino Jesus”.

Fonte: http://www.acidigital.com/noticias/resgatam-o-bebe-recem-nascido-abandonado-no-presepio-de-uma-igreja-nos-eua-35808/ 

quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Casais dirão 'sim' na Catedral

Aproximadamente 230 casais terão a oportunidade de dizerem o ‘sim’ em um casamento celebrado pelo arcebispo do Rio, Cardeal Orani João Tempesta, no dia 5 de dezembro, na Catedral Metropolitana. É a primeira vez que acontece um casamento comunitário em nível arquidiocesano no Rio e com um grupo tão grande de casais. A média em geral é de até 40.
O projeto, chamado "Dia do Sim", faz parte de uma parceria da Arquidiocese do Rio com o Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJ-RJ) e a Associação dos Magistrados do Estado do Rio de Janeiro (Amaerj). O objetivo é regularizar, de forma gratuita, a situação civil e religiosa de casais que já vivem juntos.
Segundo a coordenadora da ação, juíza Raquel de Oliveira, da 6ª Vara Cível do Fórum de Jacarepaguá, o intuito é dar continuidade à parceria com a arquidiocese e promover mais casamentos comunitários abrangendo as duas instâncias. Foi ela quem, em nome do TJ-RJ, procurou o bispo auxiliar Dom Paulo Cezar Costa para propor o projeto. Apesar de o Tribunal já fazer o casamento civil, percebeu-se que muitas pessoas tinham o sonho de se casar na Igreja.
"É uma forma de proporcionar às pessoas a plena cidadania. A demanda é grande, e queremos ajudá-las. É uma dívida do Estado e da Igreja para com elas", afirmou a juíza.
Para o bispo auxiliar da Arquidiocese do Rio Dom Paulo Cezar Costa, que organiza a parte religiosa, esta ação fortalece a instituição familiar em uma sociedade que passa por uma crise de valores.
"Uma união sem o matrimônio civil e religioso forma um laço frágil entre um homem e uma mulher. Quando essa união tem uma legalidade diante da lei e é um sacramento diante de Deus, ela se torna mais consistente para os cônjuges e para os filhos. A família é uma instituição fundamental para a sociedade", comentou o bispo.

Preparação
Ao longo deste ano, cerca de 40 juízes atenderam aos casais para a conversão da união estável em casamento civil. Nesse processo, é garantido aos cônjuges que a data oficial do casório, impressa na certidão, seja a mesma do início da convivência. A certidão será entregue no dia do matrimônio religioso.
“Com esse casamento, a Igreja favorece o amor do casal, a importância da família e a vivência da fé em todas as dimensões, principalmente na dimensão conjugal. Eu tenho encontrado, nas entrevistas que tenho feito, casais de fé que não se casaram principalmente por dois motivos: quando jovens não podiam pagar e agora têm vergonha de contar ao pároco que não são casados. Para se ter uma ideia, o casal mais velho que temos é de um senhor de 84 anos com uma senhora de 64”, afirmou o coordenador arquidiocesano de pastoral, monsenhor Joel Portella Amado, um dos organizadores. “A maioria das pessoas tem o sonho do casamento religioso. E para muitas esse sonho é bloqueado porque eles acham que casar na Igreja é caro. O que não é uma realidade”, concluiu.
No dia 14 de novembro, houve um encontro de preparação para que os casais pudessem entender a dinâmica do casamento comunitário, que é diferente de quando é feita com apenas um casal. Nesse dia haverá grupo de oração para preparo espiritual e um bazar: uma sala com todos os tipos de itens de vestuário utilizados em casamentos, alguns doados e outros que serão vendidos por lojas parceiras a um preço mais acessível.
Segundo monsenhor Joel, igrejas do Brasil inteiro estão sendo mobilizadas para o envio dos documentos necessários. E algumas das pessoas ainda não se casaram porque são imigrantes.
“São tantas histórias bonitas que ouvimos nas entrevistas que às vezes dá vontade de ficar só contemplando a história. E é um trabalho interessante porque estamos mobilizando muita gente por um único objetivo: facilitar essas uniões”, pontuou o sacerdote.

Fonte: Jornal Testemunho de Fé, pág. 7