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quarta-feira, 28 de setembro de 2016

Semana Nacional da Vida propõe defesa da vida em todas as fases

A Igreja no Brasil celebra de 1º a 7 de outubro a Semana Nacional da Vida, culminando no Dia do Nascituro, 8 de outubro. Trata-se, segundo o presidente da Comissão Episcopal para a Vida e a Família da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Dom João Bosco Barbosa de Sousa, de momento propício não só para celebração, mas também para reassumir o compromisso de defesa da vida em todas as suas fases.
De acordo com Dom João Bosco, a vida, dom de Deus, “é muitas vezes desvalorizada, desrespeitada, não é suficientemente bem cuidada como devia ser, como um presente de Deus”.
Nesse sentido, assinalou ao site da CNBB que “celebramos a Semana da Vida primeiro como uma grande ação de graças a Deus pela vida que nós recebemos, pela nossa vida pessoal, das pessoas que nós amamos e todas as pessoas do mundo e do mundo em que nós vivemos”.
Outra motivação para esta semana é “lembrar certos compromissos que nós temos com a vida para que ela seja cada vez mais desenvolvida, mais viva e também compartilhada por todas as pessoas”.
A Semana Nacional da Vida e o Dia do Nascituro foram instituídos em 2005, pela 43ª Assembleia Geral dos Bispos do Brasil. Além da Comissão para a Vida e a Família da CNBB, a iniciativa é promovida também pela Comissão Nacional da Pastoral Familiar.
O objetivo é propor à sociedade o debate sobre os cuidados, proteção e a dignidade da vida humana, em todas as suas fases, desde a concepção até o seu fim natural.
Conforme ressaltou Dom João Bosco, o nascituro “merece todo nosso carinho de ser acolhido no nosso mundo com todas as condições de se desenvolver e se tornar uma pessoa humana”.

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Sexta-feira da Misericórdia: Papa Francisco visita bebês doentes e pacientes em fase terminal

Continuando com suas iniciativas das Sextas-feiras da misericórdia no contexto do Jubileu, no dia 16, o Papa Francisco fez uma visita-surpresa na área de neonatologia do hospital San Giovanni, em Roma, e depois se dirigiu a um asilo no qual vivem 30 pacientes em fase terminal.
No primeiro local, segundo informações da Sala de Imprensa da Santa Sé, estão internadas 12 crianças recém-nascidas com vários tipos de doenças.
Cinco desses bebês, (dos quais, dois são gêmeos), “estão entubados em terapia intensiva. No andar superior do hospital San Giovanni, o Papa Francisco visitou também a unidade infantil onde outras crianças estão hospitalizadas”.
“O Papa Francisco foi recebido com surpresa por toda a equipe de médicos e enfermeiros. Como de regra nos hospitais, ele teve que usar máscara de proteção, além de se submeter a todas as precauções higiênicas para respeitar o ambiente”, assinala a nota.

O Santo Padre se aproximou de cada incubadora e também saudou e encorajou os pais que estavam presentes.
Em seguida, o Papa visitou a unidade “Hospice Villa Speranza”, uma estrutura dedicada aos doentes com câncer e que atende 30 pacientes em fase terminal. A estrutura pertence à Fundação Policlínico Universitário Gemelli, da Universidade Católica Sacro Cuore.
Na sua chegada, os responsáveis deram as boas-vindas ao Santo Padre que desejou saudar cada doente, um por um no seu quarto. Foi uma grande surpresa para todos, pacientes e familiares que viveram um momento de misericórdia unido a fortes emoções, lágrimas e sorrisos de alegria.

Com esta Sexta-feira da Misericórdia, indica a nota da Sala de Imprensa da Santa Sé, “o Santo Padre quis dar um sinal significativo sobre a importância da vida desde o seu primeiro instante até o seu final natural”.
Com estas visitas, explicam, o Papa ressalta o quanto é fundamental – para viver a misericórdia – “a atenção às situações mais frágeis e precárias”.

Fonte: http://www.acidigital.com/noticias/sexta-feira-da-misericordia-papa-francisco-visita-bebes-doentes-e-pacientes-em-fase-terminal-33809/

quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Marcha no México

Sucesso no México, marcha em 120 cidades, 2 milhões de pessoas dizendo sim à família, não à ideologia de gênero, dizendo sim ao direito dos pais educarem seus filhos.
"Ni la familia, ni nuestros hijos son laboratorio social del estado"