Participe!

Participe!

segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

Amor familiar que constrói solidariedade

Existe uma tradição antiga em nossa Arquidiocese da “santificação do matrimônio”, ou seja, a celebração do matrimônio com os casais que estão apenas unidos pelo civil, ou mesmo sem nenhuma união, a não ser a de fato. No ano passado tivemos quase três centenas de casais que celebraram, em nossa catedral, este rito. Isso despertou um interesse maior, de tal maneira em todas as paróquias da Arquidiocese, se multiplicaram celebrações semelhantes durante o ano.
No entanto, prosseguindo com a tradição iniciada, tivemos também neste ano, em nossa Catedral, dentro do contexto do tempo do Advento, a celebração do matrimônio com dezenas de casais que já convivem juntos e que ainda não tinham recebido o Sacramento do Matrimônio.
Como neste ano, iniciando no mês de outubro, além do Ano Mariano (nacional), vivemos também o Ano da Família (arquidiocesano), a celebração se colocou dentro dessa perspectiva da Igreja em saída, que busca os seus filhos para proporcionar situações de santificação.
Nosso agradecimento a toda equipe da catedral metropolitana, coordenada pelo hoje nomeado bispo auxiliar de nossa Arquidiocese, Mons. Joel Portella Amado, pela preparação desta celebração. Um agradecimento especial a todos os párocos em suas paróquias e aos vigários episcopais nos Vicariatos pela preparação desses casais. Uma menção especial aos Diáconos Permanentes que nos ajudaram a realizar a celebração. Deus dá a vocação ao matrimônio, fruto do amor esponsal, aos batizados que se dão e se recebem em matrimônio sacramental.
Numa sociedade tão confusa e violenta como a nossa, a vocação ao matrimônio deve ser viva escolha de perdão, de reconciliação, de doação para experimentar na comunhão de vida entre o homem e a mulher o amor de Deus aberto para a constituição da prole. Um casal que recebe a bênção de Deus e da Igreja contagia com o seu testemunho a sociedade pelos seus valores cristãos. Por isso, não cansarei de louvar e bendizer a Deus a beleza sacramental do matrimônio e a importância da família que quer viver a genuína vocação matrimonial de transmissores da fé na Igreja Doméstica.
Em tempos de tanta propaganda contra a Família e contra a vida, celebrar um momento como este é um grito no deserto que anuncia a possibilidade de tempos novos em nossa sociedade. Oportunidade de florescer famílias cristãs que caminhem conformando a vontade da pessoa com o plano de Deus.

terça-feira, 13 de dezembro de 2016

Casamento comunitário na Catedral

No dia 3 de dezembro, pela segunda vez casamentos comunitários foram realizados pela Arquidiocese do Rio na Catedral de São Sebastião do Rio de Janeiro, dessa vez com 28 casais. Essa ação social, junto ao Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJ-RJ), tem como finalidade regularizar o estado civil de casais que já viviam no mesmo lar. 
Para os organizadores, o importante é o casamento, por isso a celebração civil e religiosa é totalmente gratuita.
Organizada pelo pároco, monsenhor Joel Portella Amado, a celebração foi presidida pelo Cardeal Orani João Tempesta com a colaboração de sacerdotes e diáconos permanentes e o apoio e acolhida dos agentes com experiência na Pastoral Familiar.
Em 2015 casaram 192 casais. O número caiu porque muitas paróquias estimuladas pela celebração comunitária do ano passado também promoveram casamentos comunitários ao longo do ano.
Para 2017, por ser o Ano da Família na Arquidiocese do Rio, junto com o Ano Mariano, Dom Orani pediu que as paróquias não façam celebrações comunitárias locais e que encaminhem essas pessoas à Catedral para fazer uma só celebração.
O casamento comunitário de 2017 já tem data, horário e local marcados: dia 2 de setembro, às 16h, na Catedral.
“A celebração comunitária é uma experiência muito rica e bonita. As pessoas de fora só veem a celebração, mas é um evento que começa no início do ano e se prolonga até a data da celebração. A primeira beleza é o contato com os casais que vêm pra pedir informações e solicitar ajuda com a documentação. É nesse momento que escutamos as histórias de vida. É uma experiência muito gostosa”, contou monsenhor Joel Portella Amado.

Foto: Gustavo de Oliveira

Fonte: http://arqrio.org/noticias/detalhes/5195/casamento-comunitario-na-catedral

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Nota do Regional Leste 1 da CNBB sobre a riqueza da Exortação Apostólica Pós-Sinodal Amoris Laetitia

A família é um dom precioso, porque, esforçando-se sinceramente por crescer no amor recíproco, contribui para renovar o próprio tecido de todo corpo eclesial e social. (cf. AL 207).

Nós, bispos, padres, diáconos e leigos, do Regional Leste 1 da CNBB, reunidos na 15ª Assembleia Geral, interpelados pelo Ano Santo da Misericórdia, dirigimo-nos aos irmãos na Fé e a toda a sociedade fluminense, no desejo de trazer a riqueza da Exortação Apostólica Pós-Sinodal Amoris Laetitia (Alegria do Amor), do Papa Francisco. Desejamos que esta Exortação seja acolhida e objeto de constante reflexão para as ações em favor das famílias.
Reconhecemos que a realidade das famílias em nosso Regional é complexa e de difícil síntese. Mesmo assim, desejamos manifestar alguns pontos que nos causam maior preocupação. Reconhecemos que o mundo de hoje passa por agudas transformações, que afetam a vida de todas as pessoas, atingindo muito diretamente a realidade da família, que sofre com o forte processo de individualização da vida, chegando mesmo ao extremo do individualismo. Sentimos a influência da tecnologia sobre a vida das pessoas, alterando comportamentos e valores. Preocupamo-nos com o consumismo, que, ultrapassando o nível da relação com os objetos, atinge a relação com as pessoas, levando à mentalidade do descartável. Preocupamo-nos também com a crescente violência nas suas mais diversas formas. Esta violência se manifesta vinculada a diversos fenômenos agudos, dentre os quais destacamos a drogadição, o alcoolismo, a pedofilia e os processos educacionais mais voltados para as lógicas do mercado do que para a transmissão de valores. Aumenta o empobrecimento da população em geral, levando as famílias a experimentarem o desemprego, a perda do lar, a fome e, em consequência, o esfacelamento. Constatamos que a maioria das políticas de Estado não olham para a família em seu conjunto, privilegiando mais o indivíduo e buscando afastar, em nome da laicidade, a relação entre a fé e a vida familiar. Não podemos deixar de nos preocupar com as inúmeras formas de desvalorização da vida, alimentadas por forte pressão da mídia, em especial no que diz respeito à ideologia de gênero e à legalização do aborto e da eutanásia. Angustiamo-nos por ver que a afetividade e a sexualidade vêm se tornando cada vez mais desenfreadas e desconectadas da vida matrimonial. Sabemos, por fim, que estes e outros aspectos do mundo atual são conhecidos de todos. Voltamo-nos a eles por acreditarmos ser impossível calar a voz enquanto eles não forem superados.

segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Ideologia de Gênero é contrária ao plano de Deus

A Arquidiocese do Rio de Janeiro apoiará dois eventos de oposição à Ideologia de Gênero neste mês de novembro: o primeiro é o ato em favor da família e contra a Ideologia de Gênero, no dia 15 de novembro, na Praia de Copacabana, e o segundo é o Seminário sobre a Ideologia de Gênero, no dia 26 de novembro, na Paróquia Nossa Senhora da Conceição, em Santa Cruz.
O tema vem sendo tratado pelo Papa Francisco em diversas situações. Ele fez e faz questão de deixar claro, em algumas de suas declarações e publicações, incluindo a Encíclica Laudato Si’, que é contra o que ele chamou de Teoria de Gênero.
Em sintonia com o Papa Francisco, e na arquidiocese, o Cardeal Orani João Tempesta convidou os fiéis a participarem de ambos os eventos.
“Serão momentos importantes de apoio à família, para que cada vez mais os pais e as crianças sejam respeitados em seus direitos e em sua orientação. É uma cultura que atrapalha a família e o futuro da humanidade. Para que não penetre em nossa sociedade, devemos buscar soluções para que o país respeite a liberdade das pessoas, dos pais e daqueles que orientam para a construção de um mundo de paz”, afirmou o cardeal.
Para o bispo animador da Pastoral da Família, Dom Antonio Augusto Dias Duarte, lutar contra a Ideologia de Gênero não é um retrocesso: é fazer com que se conheça a malícia e a virulência dessa ideologia para a família e para a educação da juventude.
“É importante para mostrar que a cultura moderna não pode ser imposta por grupos e pessoas que queiram introduzir nas pessoas valores que vão contra o bem da família e da sociedade. É um movimento de esclarecimento para mostrar que a família tem prioridade na educação de seus membros, especialmente quando as crianças são pequenas”, explicou.
Segundo ele, “a família é o agente social mais importante que existe porque é uma escola de virtudes cidadãs e fortalecimento da cultura da sociedade”.

Fonte: http://arqrio.org/noticias/detalhes/5067/ideologia-de-genero-e-contraria-ao-plano-de-deus

segunda-feira, 24 de outubro de 2016

12º Plano Pastoral será focado na família

O 12º Plano Arquidiocesano de Pastoral, mais conhecido como Plano Pastoral de Conjunto (PPC), começou no dia 12 deste mês. O período de três anos, tradicional do PPC, será dividido em três fases: a primeira será o Ano Mariano com foco na família, de 12 de outubro de 2016 a 11 de outubro de 2017; a segunda, dedicada à vocação para o laicato por meio da observação da santidade, será de 25 de novembro de 2017 a 24 de novembro de 2018; e a terceira, que trabalhará o tema da vocação para a santidade, com foco no sacerdócio e na vida consagrada, terá início em 25 de novembro de 2018 e culminará em 23 de novembro de 2019.
O Plano concentra o que há de mais importante nas urgências da ação evangelizadora, do Ano da Misericórdia e da missionariedade. Para o tema da família, a referência oficial será o documento resultante do Sínodo da Família, em 2015, a Exortação Apostólica Amoris Laetitia.
O coordenador arquidiocesano de pastoral, monsenhor Joel Portella Amado, responsável pela implantação do plano, reuniu-se no dia 5 de outubro com os vicariatos da Caridade Social e da Comunicação e Cultura para explicar o 12º PPC e consultar os representantes sobre sugestões e melhorias a serem feitas.
“O Plano Pastoral está na fase de ouvir o clero e os leigos dos vicariatos para que se possa, até o final do mês de outubro, chegar a um consenso. Como é um plano que respeita muito a vida e a prática das comunidades, não há a necessidade de grandes consultas e grandes assembleias. Ele é um plano mais ‘tranquilo’, neste sentido, em relação aos anos anteriores”, explicou monsenhor Joel.
Ele contou que as consultas estão sendo feitas nos vicariatos territoriais, entre os quais já foram consultados o Jacarepaguá, o Urbano e o Sul, e, nos não territoriais, já tendo sido ouvidos os da Caridade Social e da Comunicação Social e Cultura. O próximo será o Vicariato para a Vida Consagrada, e as consultas prosseguirão.
“A primeira etapa, Mariana e familiar, está mais detalhada porque está mais próxima de acontecer. As seguintes serão aperfeiçoadas ao longo do tempo, conforme o desenvolvimento da vida, do mundo e da arquidiocese”, ressaltou o sacerdote. 

quarta-feira, 28 de setembro de 2016

Semana Nacional da Vida propõe defesa da vida em todas as fases

A Igreja no Brasil celebra de 1º a 7 de outubro a Semana Nacional da Vida, culminando no Dia do Nascituro, 8 de outubro. Trata-se, segundo o presidente da Comissão Episcopal para a Vida e a Família da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Dom João Bosco Barbosa de Sousa, de momento propício não só para celebração, mas também para reassumir o compromisso de defesa da vida em todas as suas fases.
De acordo com Dom João Bosco, a vida, dom de Deus, “é muitas vezes desvalorizada, desrespeitada, não é suficientemente bem cuidada como devia ser, como um presente de Deus”.
Nesse sentido, assinalou ao site da CNBB que “celebramos a Semana da Vida primeiro como uma grande ação de graças a Deus pela vida que nós recebemos, pela nossa vida pessoal, das pessoas que nós amamos e todas as pessoas do mundo e do mundo em que nós vivemos”.
Outra motivação para esta semana é “lembrar certos compromissos que nós temos com a vida para que ela seja cada vez mais desenvolvida, mais viva e também compartilhada por todas as pessoas”.
A Semana Nacional da Vida e o Dia do Nascituro foram instituídos em 2005, pela 43ª Assembleia Geral dos Bispos do Brasil. Além da Comissão para a Vida e a Família da CNBB, a iniciativa é promovida também pela Comissão Nacional da Pastoral Familiar.
O objetivo é propor à sociedade o debate sobre os cuidados, proteção e a dignidade da vida humana, em todas as suas fases, desde a concepção até o seu fim natural.
Conforme ressaltou Dom João Bosco, o nascituro “merece todo nosso carinho de ser acolhido no nosso mundo com todas as condições de se desenvolver e se tornar uma pessoa humana”.

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Sexta-feira da Misericórdia: Papa Francisco visita bebês doentes e pacientes em fase terminal

Continuando com suas iniciativas das Sextas-feiras da misericórdia no contexto do Jubileu, no dia 16, o Papa Francisco fez uma visita-surpresa na área de neonatologia do hospital San Giovanni, em Roma, e depois se dirigiu a um asilo no qual vivem 30 pacientes em fase terminal.
No primeiro local, segundo informações da Sala de Imprensa da Santa Sé, estão internadas 12 crianças recém-nascidas com vários tipos de doenças.
Cinco desses bebês, (dos quais, dois são gêmeos), “estão entubados em terapia intensiva. No andar superior do hospital San Giovanni, o Papa Francisco visitou também a unidade infantil onde outras crianças estão hospitalizadas”.
“O Papa Francisco foi recebido com surpresa por toda a equipe de médicos e enfermeiros. Como de regra nos hospitais, ele teve que usar máscara de proteção, além de se submeter a todas as precauções higiênicas para respeitar o ambiente”, assinala a nota.

O Santo Padre se aproximou de cada incubadora e também saudou e encorajou os pais que estavam presentes.
Em seguida, o Papa visitou a unidade “Hospice Villa Speranza”, uma estrutura dedicada aos doentes com câncer e que atende 30 pacientes em fase terminal. A estrutura pertence à Fundação Policlínico Universitário Gemelli, da Universidade Católica Sacro Cuore.
Na sua chegada, os responsáveis deram as boas-vindas ao Santo Padre que desejou saudar cada doente, um por um no seu quarto. Foi uma grande surpresa para todos, pacientes e familiares que viveram um momento de misericórdia unido a fortes emoções, lágrimas e sorrisos de alegria.

Com esta Sexta-feira da Misericórdia, indica a nota da Sala de Imprensa da Santa Sé, “o Santo Padre quis dar um sinal significativo sobre a importância da vida desde o seu primeiro instante até o seu final natural”.
Com estas visitas, explicam, o Papa ressalta o quanto é fundamental – para viver a misericórdia – “a atenção às situações mais frágeis e precárias”.

Fonte: http://www.acidigital.com/noticias/sexta-feira-da-misericordia-papa-francisco-visita-bebes-doentes-e-pacientes-em-fase-terminal-33809/

quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Marcha no México

Sucesso no México, marcha em 120 cidades, 2 milhões de pessoas dizendo sim à família, não à ideologia de gênero, dizendo sim ao direito dos pais educarem seus filhos.
"Ni la familia, ni nuestros hijos son laboratorio social del estado"

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

5 chaves apresentadas pelo Papa Francisco para ser um bom pai

Ao comemorar o Dia dos Pais neste domingo, no Brasil, a ACI Digital compartilha cinco chaves para ser um bom pai, extraídas da audiência geral do Papa Francisco de 4 de fevereiro de 2015, quando falou sobre “o aspecto positivo” da “figura do pai de família”.

1. Alegrar-se com o correto
“Toda família necessita de um pai. Um pai que não se vanglorie de que seu filho seja parecido com ele, mas sem que se alegre de que aprenda a retidão e a sensatez que é o que conta na vida. Esta será a melhor herança que poderá transmitir ao filho e se sentirá cheio de alegria quando ver que a recebeu e aproveitou”.

2. Educar com carinho
“O pai ensina o que o filho ainda não sabe: corrigir os erros que ainda não vê, orientar seu coração, protege-lo no desânimo e na dificuldade. Tudo isso com proximidade, doçura e com uma firmeza que não humilha”.

3. Acompanhar com paciência
“Estar presente na família, compartilhar as alegrias e tristezas com a esposa, acompanhar as crianças na medida em que crescem. A parábola evangélica do Filho Pródigo nos mostra o pai que espera na porta de casa o retorno do filho que se equivocou. Sabe esperar, sabe perdoar, sabe corrigir”.
“Também hoje os filhos, ao voltar para casa com seus fracassos, necessitam de um pai que os espere, que os proteja, os anime, ensine como seguir pelo bom caminho. Às vezes tem que castigá-los, mas nunca lhe dá uma bofetada na cara”.

4. Rezar com confiança
“Muitas vezes os filhos não admitirão os fracassos, mas necessitam do pai como todos necessitamos acudir ao único Bom Pai, como disse o Evangelho, ao Pai nosso que está no céu”.

5. Seguir São José
“Peçamos ao Senhor que nunca falte nas famílias a presença de um bom pai, que seja mediador e guardião da fé na bondade, na justiça e na proteção de Deus, como foi São José”.

Fonte: http://www.acidigital.com/noticias/5-chaves-apresentadas-pelo-papa-francisco-para-ser-um-bom-pai-32570/

segunda-feira, 15 de agosto de 2016

Semana Nacional da Família

D. Orani João Tempesta
Cardeal Arcebispo do Rio de Janeiro

Neste domingo, Dia dos Pais, iniciamos a Semana Nacional da Família. Com o tema “Misericórdia na Família: Dom e Missão”, ela será realizada entre os dias 14 e 21 de agosto. Para as celebrações, a Comissão Episcopal da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) divulgou o subsídio Hora da Família 2016, onde aprofunda o tema desta semana. O subsídio contém roteiros para sete encontros, além de celebrações como a Via-sacra em família, para o Dia dos Pais, dos Avós e das Mães. O material, produzido pela Comissão Nacional da Pastoral Familiar (CNPF) e pela Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família, é organizado de forma interativa, sugerindo encontros participativos e celebrativos, buscando envolver a comunidade, famílias, lideranças, crianças, jovens e adultos.
A programação dos sete encontros está dividida assim:  1º Encontro – Criados por um Pai Misericordioso; 2º Encontro – Criados na Misericórdia e para Misericórdia; 3º Encontro –  Procurados pela Misericórdia; 4º Encontro –  Família e Igreja, lugares da Misericórdia; 5º Encontro –  O perdão na Família – Fonte de reconciliação e libertação; 6º Encontro – As obras de misericórdia na família e da família, e 7º Encontro –  A família promotora da misericórdia na sociedade.
Tocados pela Misericórdia do Pai, como filhos e filhas fiéis vamos aprender a usar de misericórdia nas relações com nossa família. Segundo o Papa Francisco, o nome de Deus é “Misericórdia”. Nossas famílias precisam se envolver nesse clima da misericórdia divina e atender o convite de Jesus Cristo, quando disse: “Sede misericordiosos, como vosso Pai é Misericordioso”. (Lc.6,36). Em cada família, Deus deseja ver concretizada a Sua misericórdia para buscar e acolher aqueles que, em algum momento, fragilizaram-se, magoaram-se e se afastaram das condições de ter uma vida digna e plena. A misericórdia está presente quando sabemos reconhecer as nossas próprias quedas e incoerências, tornando-nos mais sensíveis às fraquezas daqueles que convivem conosco. É um dom que Deus nos concede, mas vivê-lo é também uma missão.
A Igreja sempre cuidou da família. Por um lado, por acreditar ser ela não apenas a célula mater da sociedade e o santuário da vida, mas também a “Igreja doméstica”. (Constituição Dogmática Lumen Gentium, n. 11). E, por outro, porque está convencida de que “o bem-estar da pessoa e da sociedade humana e cristã está intimamente ligado com uma favorável situação da comunidade conjugal e familiar”. (Constituição Pastoral Gaudium et Spes, n. 47).
Logo no início de seu pontificado, o Papa São João Paulo II publicou uma Exortação Apostólica sobre a família, como conclusão, precisamente, dos temas tratados em um Sínodo de Bispos sobre a Família. Nela, o Sumo Pontífice afirma com convicção que a evangelização depende essencialmente da saúde espiritual dessa instituição, porque “onde uma legislação antirreligiosa pretende impedir até a educação na fé, onde uma incredulidade difundida ou um secularismo invasor tornam praticamente impossível um verdadeiro crescimento religioso, aquela que poderia ser chamada “Igreja doméstica” fica como único ambiente, no qual crianças e jovens podem receber uma autêntica catequese”. (Papa São João Paulo II, Exortação Apostólica Familiares consortio, n. 52).

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

Casal olímpico e católico do Brasil dá testemunho de família e fé em Deus

Marílson dos Santos e Juliana dos Santos são um casal de atletas brasileiros, católicos e que pela segunda vez disputam uma grande competição no próprio país. Em 2007, ambos foram medalhistas nos Jogos Pan-Americanos, no Rio de Janeiro, agora, voltam a competir na Olimpíada Rio2016.
Já em 2007, o casal demonstrou que sua afinidade vai muito além do atletismo e se completam como esposos que torcem um pelo outro e que confiam em Deus. Naquela época, Marílson conquistou a prata nos 10.000 metros pouco antes de Juliana entrar na pista e conquistar o ouro nos 1.500 metros.
“Pedi a Deus para que, se pudéssemos ganhar uma medalha de ouro, fosse para ela”, declarou o esportista na ocasião.
A esposa, por sua vez, retribuiu ao afirmar: “Essa medalha é do Marílson também. Ele tem sido fundamental para mim; me passou confiança, determinação. É ele que controla a minha parte emocional. Depois de ver a prova dele, como ele perdeu por tão pouco o ouro depois de batalhar o tempo todo, entrei pensando que não podia sair da pista sem o ouro, por nós dois”.
A conquista do Pan de 2007 foi a primeira ocasião em que Juliana mostrou ao mundo também a sua devoção à Virgem, ao subir no pódio carregando um terço. Esse gesto se repetiu no ano passado, quando a atleta ganhou nos 5.000 metros nos Jogos Pan-Americanos no Canadá.
“A minha vitória vem da graça de Deus e da minha entrega ao Senhor”, disse Juliana à ACI Digital na época, acrescentando que “Deus está no meio de nós. É difícil dizer que vamos expor nossa fé, erguer o terço. Mas, não podemos ter medo. É Ele quem nos dá a vitória”.
Juliana e Marílson são pais do pequeno Miguel, hoje com cinco anos. Após a conquista de 2015, a esportista deixou claro que não é fácil “ser mãe e voltar a ser atleta nesse nível”, mas ressaltou que ela e o marido querem acompanhar o filho. “Falamos que vamos ser bons atletas, mas que vamos ser bons pais também”, declarou.
Ao Grupo ACI, Juliana admitiu: “Se estou aqui hoje, é porque Deus permitiu. Vou continuar se Ele permitir, se não, serei apenas mãe”.
Esse testemunho de família, amor a Deus e devoção mariana são também expressos através das redes sociais, onde a atleta costuma postar agradecimentos aos Senhor por suas conquistas, por seu marido e filho.
Em uma das postagens mais recentes, em 6 de agosto, ela comemorou o aniversário de Marílson escrevendo que só tem que “agradecer a Deus pela sua vida e por tudo o que tem feito por nós”.
Já em outra publicação, ao agradecer a Deus pela vitória nos 3.000 metros no evento teste da Rio 2016, em maio, a atleta postou não só fotos da competição e do estádio, mas também uma imagem de um espaço preparado especialmente para Nossa Senhora, com uma estampa da Virgem, a Bíblia, seu terço e a medalha.

Na Olimpíada Rio2016, Juliana competirá nos 3.000 metros com obstáculos, no dia 13 de agosto, e Marílson disputará a maratona no dia 21 de agosto.

Fonte: http://www.acidigital.com/noticias/casal-olimpico-e-catolico-do-brasil-da-testemunho-de-familia-e-fe-em-deus-58311/

segunda-feira, 25 de julho de 2016

Assim foi o batizado de um recém-nascido refugiado durante resgate em alto mar

Depois de um resgate de refugiados e imigrantes no Mediterrâneo pela Marinha da Alemanha, uma mulher católica da Nigéria deu à luz a bordo de um navio de resgate e conseguiu que o seu filho recém-nascido fosse batizado por um sacerdote católico.
O fato ocorreu no início de julho, durante o primeiro dia de navegação de um navio alemão que fazia parte da “Operação Sofia”. Durante a missão, avistaram quatro botes precários cheios de pessoas que escapavam da costa da Líbia devido à perseguição no seu país de origem.
Segundo relatórios da Capelania Militar alemã, a mulher com a gravidez já avançada, chamada Vivian, fazia parte desse grupo de 655 pessoas resgatadas que tinham objetivo de chegar à Europa com a esperança de uma vida melhor.
Após o resgate e depois do parto, a mãe da criança pediu encarecidamente ao capelão da embarcação, Pe. Jochen Folz, que batizasse seu filho.
Pe. Folz aceitou e começou a trabalhar com a ajuda dos oficiais e tripulação do barco: primeiro, o operador de rádio acessou a internet para que o sacerdote pudesse conseguir os textos do rito do batismo.
Depois, o sacerdote pegou um recipiente da cozinha para pôr a água, colocou uma estola sobre a criança e finalmente a batizou.

quarta-feira, 29 de junho de 2016

Comissão divulga subsídio "Hora da Família 2016"

No contexto do Ano da Misericórdia e com a proposta de motivar as atividades da Semana Nacional da Família (SNF), que acontecerá de 14 a 21 de agosto, a Comissão Nacional da Pastoral Familiar (CNPF) e a Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família oferecem o subsídio “Hora da Família” 2016. 
“O Hora da Família, neste ano, quer nos envolver nesse clima da misericórdia divina, com vistas à missão. Não pode ficar unicamente entre os grupos de Pastoral Familiar. A nossa criatividade pastoral deve nos inspirar para que esse conteúdo seja partilhado, multiplicado, servido, também, em muitos outros ambientes onde nem sempre a Palavra está presente: escolas, centros de saúde, meios de comunicação, prédios, associações de moradores, periferias”, pede o bispo de Osasco (SP) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da CNBB, dom João Bosco Barbosa. 
O material apresenta reflexão sobre temas familiares e roteiros de orações e cantos para motivar a celebração. Com o tema “Misericórdia na Família: Dom e Missão”, o subsídio “Hora da Família” 2016 contém roteiros para sete encontros, além de celebrações como via-sacra em família, para o Dia dos Pais, dos Avós e das Mães. 
O subsídio traz proposta moderna e explicativa. É organizado de forma interativa, sugere encontros participativos e celebrativos, busca envolver a comunidade, famílias, lideranças, crianças, jovens e adultos. 
O assessor nacional da Comissão para a Vida e a Família, padre Moacir Arantes, comenta que o “Hora da Família” quer ajudar a todos a fazerem a experiência com a misericórdia de Deus. “Este subsídio precioso de estudo, reflexão e oração, nos convida a realizar nos grupos pastorais, de vizinhos, de amigos, ou na intimidade do nosso lar, importante reflexão a respeito das obras de misericórdia. Queremos conhecer um pouco melhor o jeito de Deus ser e agir com seus filhos e filhas, para que possamos transformar o nosso ser e nosso agir para com os outros”, explica. 

Como adquirir
O subsídio “Hora da Família” é distribuído pela Secretaria Executiva Nacional da Pastoral Familiar – Secren. Encomendas, com antecedência, podem ser feitas pelo telefone (61) 3443-2900 ou pelo e-mail vendas@cnpf.org. O material também é distribuído pelos casais coordenadores e agentes da Pastoral Familiar nos regionais e dioceses.


Informações no site: www.cnpf.org.br.

Fonte: http://arqrio.org/noticias/detalhes/4529/comissao-divulga-subsidio-hora-da-familia-2016

terça-feira, 24 de maio de 2016

Cardeal encontrará mães que perderam filhos para a violência

            A violência urbana nas grandes cidades tem aumentado cada vez mais o número de vítimas. No Rio de Janeiro, essa realidade não é diferente. Por isso, algumas mães se uniram em torno de uma causa em comum: dividir a dor da perda de um filho ou familiar para a violência urbana. Vítimas das mais diversas situações, elas lutam por justiça e pelo direito à vida.
            No espírito do Jubileu da Misericórdia, o Cardeal Orani João Tempesta encontrará essas mães para um momento de partilha, no dia 13 de junho, no qual ele escutará as dores e os dramas dessas mulheres, e ao mesmo tempo, levará uma palavra de solidariedade da Igreja e da misericórdia de Deus.
            De acordo com o assistente eclesiástico da Comissão Arquidiocesana de Assistência Religiosa ao Adolescente Privado de Liberdade junto ao Centro de Socioeducação Dom Bosco e à Escola Luiz Alves, diácono Roberto José dos Santos, as mães viveram as mais diversas situações e o encontro é uma oportunidade delas receberem o apoio e a solidariedade da Igreja, que é a favor da vida em qualquer circunstância.
            “Muitas dessas mães perderam filhos em confronto dentro do Departamento Geral de Ações Socioeducativas (Degase), outros assassinados por engano, jovens que desapareceram e que só foram encontrados mortos. O Papa Francisco tem pedido para que a Igreja seja solidária com as pessoas que sofrem, que estão em situação de vulnerabilidade. Essa é uma oportunidade para que o nosso pastor possa ouvir a voz e o drama de tantas mulheres que tiveram a infelicidade de perder os filhos para a violência urbana. A Igreja defende a vida, é solidária com aqueles que sofrem, e que a violência, venha de onde vier, é sempre um atentado que fere o coração de Deus porque a vida é sagrada e deve ser respeitada em todas as circunstâncias”, completou diácono Roberto.

Fonte: Jornal Testemunho de Fé, página 7
           

segunda-feira, 16 de maio de 2016

A alegria do amor

Dom Josef Karl Romer
Bispo auxiliar emérito do Rio de Janeiro


É significativo que o Papa Francisco tenha assinado no dia 19 de março 2016, dia de São José, Patrono da família, este texto pós-sinodal sobre o amor, fundamento, vigor e fonte de alegria na família. O texto é amplo, com 325 parágrafos (números). A breve introdução (nn. 1-7) esboça a intenção e a estrutura do texto. Logo de entrada aparece a força envolvente do tema: “A alegria do amor, vivido nas famílias... é também o júbilo da Igreja” (n 1).
Os dois sínodos dos Bispos (2014 e 2015) revelaram a realidade das famílias, suas crises e suas potencialidades em todos os Continentes. O Papa acolhe os desafios e as alegrias da beleza da família e leva tudo a um aprofundamento e uma exposição sistemática em nove capítulos: Capítulo I: colocar-se sob a luz da Palavra de Deus; cap. II: a realidade dos desafios; cap. III: Jesus recupera o projeto divino da família; cap. IV: o amor no matrimônio; cap. V: o amor fecundo; cap. VI: perspectivas pastorais; cap. VII: família, lugar ideal da educação, e seus desafios; cap. VIII: situações “irregulares” e a lógica da misericórdia; cap. IX: espiritualidade conjugal e familiar.
Já na introdução (n. 7), o Papa insinua que os esposos leiam com maior interesse e proveito os dois capítulos principais: o IV e o V. Os agentes de pastoral, porém, aproveitarão singularmente da leitura do capítulo VI. Todos, certamente, se enriquecerão com o capítulo VIII. 
Devido à variada riqueza do texto e sua “inevitável extensão”, o Papa aconselha que não se faça “uma leitura geral apressada”. Será melhor “aprofundar pacientemente uma parte de cada vez” (n. 7).
O capítulo IV, que é, juntamente com o cap. V, parte principal do documento, oferece-nos um texto singularmente prático e claro. É, no entanto, indispensável perceber que o amor – aqui tratado como essencial e fundamental para a família é um tema radicalmente geral, que ilumina e forma todas as formas autênticas de convivência humana. Toda convivência na Igreja, na pastoral, na comunidade religiosa, na amizade está em seu íntimo caracterizada por aquilo que o Papa fala sobre o amor dentro da família. Para descrever a inesgotável riqueza do amor, o Papa segue o “hino à caridade” que São Paulo descreve em 1Cor 13,4-7:
“O amor é paciente, é benfazejo, não é invejoso, não é presunçoso nem se incha de orgulho, nada faz de vergonhoso, não é interesseiro, não se encoleriza, nem leva em conta o mal sofrido, não se alegra  com a injustiça, mas fica alegre com a verdade. Desculpa tudo, crê tudo, espera tudo, suporta tudo”. 
O amor é paciente: o sentido se encontra já no Antigo Testamento. Deus é paciente, porque “é lento para a ira” (Nm 14,18; cf. Ex 34,6; Sab 11,23; 12,2.15-18’). “A paciência é uma qualidade do Deus da Aliança, que quer “dar tempo para o arrependimento” e que “convida a imitá-Lo também na vida familiar”. “A paciência de Deus é exercício de misericórdia” (n.91).
Todavia, a paciência “não deixa que permanentemente nos maltratem, nem tolera agressões físicas, nem permite que nos tratem como objetos”. Errada é uma visão idílica, supondo que as pessoas sejam perfeitas. 
O autêntico amor “possui sempre um sentido de profunda compaixão, que faz aceitar o outro como parte deste mundo, mesmo quando age de modo diferente daquilo que eu desejaria” (92).
Os números 93 e 94 mostram que a paciência “não é uma postura totalmente passiva, mas há de ser acompanhada por uma atividade, uma reação dinâmica e criativa perante os outros”. Por isso, o hino de S. Paulo coloca após a paciência a “atitude benfazeja do serviço”. Assim, em At 20,35, São Paulo atribui a Jesus a frase: “É maior felicidade dar que receber”. E Santo Inácio de Loyola ensina: “O amor deve ser colocado mais nas obras do que nas palavras”. 
O Papa elabora sabiamente todas as qualidades que Paulo atribui ao amor. E mostra ainda outros aspectos.
A cuidadosa leitura de todo o capítulo IV, nn. 89-164, é um eminente exercício de penetrar no pensamento do Papa. Depois se abrem perspectivas para todo o documento.
O Papa Francisco termina seu texto com a oração à Sagrada Família:

Jesus, Maria e José,
em Vós contemplamos
o esplendor do verdadeiro amor,
confiantes, a Vós nos consagramos.
Sagrada Família de Nazaré,
tornai também as nossas famílias
lugares de comunhão e cenáculos de oração,
autênticas escolas do Evangelho
e pequenas igrejas domésticas.
Sagrada Família de Nazaré,
que nunca mais haja nas famílias
episódios de violência, de fechamento e divisão;
e quem tiver sido ferido ou escandalizado
seja rapidamente consolado e curado.
Sagrada Família de Nazaré,
fazei que todos nos tornemos conscientes
do caráter sagrado e inviolável da família,
da sua beleza no projeto de Deus.
Jesus, Maria e José,
ouvi-nos e acolhei a nossa súplica.
Amém!

Fonte: Jornal Testemunho de Fé, página 18

segunda-feira, 9 de maio de 2016

Juntos pela Vida

No dia 1ª de maio, o Movimento Nacional da Cidadania pela Vida – Brasil sem Aborto realizou a quarta edição da Marcha pela Vida, com o tema: “Protegendo o trabalhador do futuro”. A concentração teve início às 14h, na orla de Copacabana em frente à Rua Miguel Lemos, reunindo lideranças em defesa da vida.
“A luta é pela aprovação do Estatuto do Nascituro, no qual se prevê a proteção da criança desde a sua concepção. Não há outro meio de proteger a vida se não pela lei. Sabemos que a nossa Constituição já garante, mas a vida humana tem sofrido embates, ataques nos órgãos públicos, no Congresso, no Senado, e é essa ameaça que a gente quer afastar do nosso Brasil. Queremos mostrar para o país e para o mundo que todos têm o direito de nascer”, afirmou a coordenadora estadual do movimento, Maria José da Silva.
O Movimento Brasil sem Aborto tem como característica ser suprapartidário e suprarreligioso, buscando a união e a mobilização de todos os cidadãos que compreendem o valor da vida humana desde a sua concepção até a morte natural. O evento contou com a presença do arcebispo do Rio de Janeiro, Cardeal Orani João Tempesta, que ressaltou o valor da promoção humana.
 “É uma oportunidade de manifestar aquilo que fala o Evangelho: Jesus veio para que todos tenham vida e a tenham em abundância. A Igreja sabe da importância da vida em todas as suas fases, desde a concepção até a morte natural. Passa também pela razão da vida, do sentido, pelo trabalho, a preocupação com as pessoas de rua, por aqueles que perdem a vida de diversas formas. Parece incrível ter que dizer o óbvio: somos a favor da vida, e, o quanto é importante valorizá-la cada vez mais”, disse Dom Orani.
Para o bispo auxiliar e presidente da Comissão Arquidiocesana de Promoção e Defesa da Vida, Dom Antonio Augusto Dias Duarte, a marcha é uma oportunidade de destacar um estilo de vida.
“Nós estamos cada vez mais vendo a necessidade de defender a vida, não só da criança, mas defender um estilo de vida que favoreça a maternidade e a família, que favoreça o atendimento digno das pessoas na saúde pública. A defesa da vida começou com a defesa da criança em gestação, mas está se estendendo muito mais porque sem o estilo de vida e de respeito, nós não iremos respeitá-la desde o início”, afirmou Dom Antonio.
Também marcaram presenças autoridades políticas, movimentos sociais e representantes de diversas religiões. Com cartazes e faixas, jovens, crianças, homens e mulheres caminharam até a Praia do Leme, clamando por um Brasil sem aborto. 

Fonte: http://arqrio.org/noticias/detalhes/4345/macha-pela-vida-protegendo-o-trabalhador-do-futuro

segunda-feira, 25 de abril de 2016

Santuário de Aparecida sediará 8ª Peregrinação da Família

Com o tema "Família e Misericórdia: se encontram no coração da Mãe", a 8ª Peregrinação e 6º Simpósio Nacional da Família acontecerão dias 21 e 22 de maio, em Aparecida (SP).
Os eventos são organizados pela Comissão Nacional da Pastoral Familiar (CNPF), organismo vinculado à Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).
“O dia de nos encontrarmos até chegando. A Peregrinação e o Simpósio são os nossos grandes momentos de celebração na casa da Mãe Aparecida. Pois é na casa da mãe que se encontram os filhos”, motiva o bispo de Osasco (SP) e presidente da Comissão, dom João Bosco Barbosa de Sousa.
Dioceses, paróquias e comunidades já começaram a organizar suas caravanas, rumo ao Santuário Nacional, para celebrar a vida e a família. “Será bonito ver as romarias do Brasil, caravanas, movimento e associações, casais chegando para rezamos juntos e pedirmos para Ela, esse rosto da misericórdia que é Seu filho a todas as nossas famílias”, deseja Dom Bosco.

Simpósio nacional
No sábado, 21, o Simpósio terá início às 8h, com recepção e credenciamento dos peregrinos no Centro de Eventos Padre Vitor Coelho de Almeida, ao lado da Praça de Alimentação do Santuário Nacional. Durante o evento diferentes assuntos serão debatidos, com presença de especialistas, bispos, padres e casais. Já à tarde, a programação contará com testemunhos de casais e animação musical, com show. Haverá, ainda, procissão luminosa, marcando o encerramento do Simpósio e o início da Peregrinação Nacional da Família, na Basílica.
Dom João Bosco explica que as temáticas e conferências do 6ª Simpósio retomarão os caminhos apontados pelo Sínodo dos Bispos sobre a Família.
“Estamos vivendo um momento especial após o Sínodo dos Bispos e as palavras do papa Francisco que exorta todas as pastorais a abraçarem a Pastoral Familiar, como eixo central dentro a ação evangelizadora. Todas as motivações, trazidas pelo Sínodo, iremos refletir durante nosso 6º Simpósio Nacional da Família”, comenta o bispo.

Fonte: http://arqrio.org/noticias/detalhes/4311/santuario-de-aparecida-sediara-8a-peregrinacao-da-familia

segunda-feira, 11 de abril de 2016

4ª Marcha pela Vida

Copacabana receberá a 4ª edição da “Marcha pela Vida contra o aborto” no próximo dia 1º de maio, a partir de 14h. A concentração será em frente a Rua Miguel Lemos (estação de metrô Cantagalo). A marcha seguirá em direção ao Leme.
A manifestação organizada pelo Movimento Brasil sem Aborto com o tema: “Protegendo o trabalhador do futuro” traz como referência o Dia do Trabalhador, celebrado em 1º de maio. A expectativa é reunir cinco mil pessoas, além de artistas e lideranças.
“Queremos construir um Brasil sem violência, sem aborto. Defendemos o direito de nascer que pertence a todos”, afirmou a coordenadora estadual do movimento, Maria José da Silva. “As mulheres devem lutar pelo direito à vida e pelo direito de ter seus filhos com dignidade”.
A cantora Elba Ramalho marcará presença, como todos os anos. “Quando uma mulher passa por um aborto, fica com marcas profundas no seu interior”, contou. “Não podemos produzir a morte. O mundo precisa de pessoas que construam a vida, a paz, o bem e o bem comum”.
A banda Expresso HG, que idealizou o Flash Mob da Jornada Mundial da Juventude Rio 2013, em Copacabana, para o Papa Francisco também confirmou presença na Marcha pela Vida. A música “Direito de nascer”, lançada por ela com participação de diversos artistas, já, alcançou milhões de pessoas no Brasil e no mundo, na defesa e na promoção da vida humana.
Outros artistas, autoridades políticas, representantes de diversas religiões e lideranças de movimentos sociais também são esperados.
O movimento tem como característica ser suprapartidário e suprarreligioso, buscando a união e mobilização de todos os cidadãos que compreendem o valor da vida humana desde a concepção. Mais informações sobre a “Marcha pela Vida contra o aborto” podem ser obtidas pelo www.facebook.com/caminhadavidario.

Fonte: Jornal Testemunho de Fé, página 4

sexta-feira, 1 de abril de 2016

"Amoris laetitia": Exortação do Papa será publicada em 8 de abril

“Amoris laetitia” (Sobre o amor na família) é o título da Exortação Apostólica Pós-Sinodal sobre a família do Papa Francisco.
O texto será publicado na sexta-feira, 8 de abril, e estará disponível em seis línguas, entre as quais o português. A Exortação será apresentada aos jornalistas na Sala de Imprensa da Santa Sé pelo Secretário-Geral do Sínodo dos Bispos, Card. Lorenzo Baldisseri, e pelo Arcebispo de Viena (Áustria), Card. Christoph Schönborn.
Também participa da coletiva um casal italiano de professores, docentes de Filosofia: Prof. Francesco Miano, que leciona na Universidade de Roma Tor Vergata e a Professora Giuseppina De Simone, da Faculdade Teológica de Nápoles.
A coletiva poderá ser acompanhada ao vivo no Vatican Player da Rádio Vaticano, onde permanecerá disponível também on demand.
A Exortação Apostólica “Amoris laetitia” será publicada quase seis meses após a conclusão do Sínodo Ordinário sobre a Família convocado pelo Papa Francisco em outubro passado. Um ano antes, em 2014, o Pontífice convocou um Sínodo Extraordinário sobre o mesmo tema.
Depois de dois anos de intenso trabalho dos bispos que participaram dos dois Sínodos, o texto do Papa Francisco é aguardado pelas dioceses do mundo inteiro por oferecer diretrizes e linhas de ação sobre temas práticos que dizem respeito à família. 

Foto: Observatório Romano

Fonte: http://arqrio.org/noticias/detalhes/4224/amoris-laetitia-exortacao-do-papa-sera-publicada-em-8-de-abril